Quanto vale o amor?

 

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”Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos,e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.” ( 1 Co. 13:1)

Muitas vezes ouvimos,ou até citamos esse trecho das escrituras sagradas para falar do amor.Mas dessa vez,uma pergunta que surgiu diante da leitura foi: será que podemos atribuir valor ao amor?

Diante do contexto atual da convivência em sociedade, buscando desmistificar o conflito: valores em crise x crise de valores, acadêmicos de Medicina do Unesc-Centro Universitário do ES tornaram o Natal de algumas crianças no Hospital e Maternidade São José e do Orfanato Mater Cristi um pouco mais humano,finalizando a campanha que iniciou no mês de novembro, a qual obteve grande número de doações.

5 acadêmicos,os quais também são membros da LIAHM-Liga Acadêmica de Humanidades Médicas realizaram a intervenção neste dia, no período da manhã no Hospital e Maternidade São José e no período vespertino,no Orfanato Mater Cristi.

No período matutino, ao chegarem no hospital,os estudantes relataram que buscaram o setor da pediatria,para verificar o número de crianças presentes naquele dia (4), sendo que a responsável pelo setor falou que se tivessem ido uns dias antes,o número seria maior,mas essa questão não impediu a efetividade da ação.Minutos antes de realizarem a intervenção, a acadêmica do 10º período Pâmela Dias incentivou os demais acadêmicos e relatou a importância desse projeto para as crianças,para o hospital e para os próprios acadêmicos: ”Vamos nos permitir ser tocados também por essa ação. Não vamos ter medo ou vergonha e nem criar expectativas nas pessoas que estão observando.”

 Após isso,os acadêmicos aguardaram o preceptor passar a visita com os residentes em Pediatria para que a ação pudesse começar. Quando os acadêmicos entraram na ala de Pediatria,caracterizados com gorros de Papai Noel,balões vermelhos e presentes,os profissionais ficaram surpresos e começaram a registrar com fotos e vídeos e parabenizaram a ação, até o Dr. Francescantonio Schettino foi contagiado pelo espírito natalino,caracterizando-se com o gorro de Papai Noel. Durante o momento que estavam ali,contaram histórias,cantaram,entregaram presentes. Duas crianças se destacaram, uma expressou o desejo de ser cantora e até cantou uma música com os acadêmicos,que a incentivaram muito no seu sonho. Já a outra criança estava tímida e nem olhava no início da ação,mas ao final,já interagia e participava da ação,o que demonstrou o resultado que atividades como essas geram.

No período vespertino,os acadêmicos foram auxiliados por outros colegas também acadêmicos,pois além das lembranças de Natal,eles levaram doações de Leite,que o Orfanato estava precisando. Durante a tarde,foram realizadas brincadeiras,leitura de histórias,pinturas e muita música.As crianças de um modo geral eram bem comunicativas e interagiram bastante.

Diante de todo esse relato,volto aquele questionamento feito no princípio,eu posso atribuir valor ao sentimento chamado ”amor” ? Antoine de Saint-Exupéry diz que nos tornamos eternamente responsáveis por aqueles que cativamos. Nós como seres humanos,somos dotados de valores que são intrínsecos a cada um de nós, porém a sociedade contemporânea impõe alguns conceitos e regras que distorcem e promove aquilo que se denomina: ”valores em crise”, atribuindo preço aquilo que não tem preço,já que o amor por si só pressupõe doação e entrega,algo que é gratuito.

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